FEIJÃO DE CORDA

Quem comeu sempre quer mais! 

A origem desse feijão, ao que tudo indica, é  da África Tropical, e depois ele se espalhou para outras regiões com clima semelhante, como a Índia. 

No Brasil, este tipo de feijão é a base alimentar de muitas populações pois têm um valor nutritivo muito elevado.
Fonte de proteínas e energia, aliado a fácil adaptação ao solo seco da região nordeste, esse feijão está presente em diversos pratos da culinária Baiana e Nordestina.

Ele é consumido tanto verde como maduro!

Provavelmente esta é a qualidade de feijão que tem mais nomes pelo Brasil e pelo mundo afora. Só no Brasil ele tem mais de 10 nomes…boca-preta, ervilha-de-vaca, favalinha, feijão-alfanje,feijão-besugo, feijão-careta e por ai vai.

Em outros países como Angola e Cabo Verde, ele tem o nome de feijão-macundi e feijão mongolão respectivamente.

Mas sabemos que não importa qual seja o nome, se for feijão de corda a gente já gosta bastante!!

Aqui no Restaurante, Nosso feijão de corda  vai no ARRUMADINHO DO SERTÃO DA BAHIA e acompanha carne do sertão em cubos, farofa e salada de tomate, devidamente temperados e arrumados lado a lado e junto, aquele arroz delicioso.

Não deixe de experimentar mais essa delicia da culinária baiana. 

Na Próxima contamos pra vocês a Historia do Arrumadinho;)

ERAMPATERE – COZINHANDO HISTÓRIA

DESDE OS PRIMÓRDIOS 

A História desse prato na culinária Afro-brasileira se confunde com a própria história da fusão cultural proporcionada pela vinda dos Povos africanos às terras Tupiniquins, Especialmente na Bahia.

Erampatere se origina do Yorubá “Eran Kpaterèé” e significa Carne para Vender e/ou Carne Fresca.

Prato de Origem propriamente Africana segundo o livro “A Arte Culinária da Bahia”, de Manuel Querino (1928), o Erampatere é um dos principais pratos fritos da culinária Afro-baiana.

A cozinha africana do início do século XVI se
baseava no assado, no tostado e no cozido. Os africanos não conheciam a arte da fritura.

Sob a Influencia da fusão cultural, em que predominava a fritura com azeite de Oliva, os africanos que para cá vieram trouxeram o Dendezeiro e passaram a fritar com o Azeite de Dendê.

O prato é feito de Carne temperada tipicamente, empanada na farinha de mandioca e frita no azeite de dendê.

Degustar essa Delicia da Bahia é Literalmente saborear a História!
Experimente!

Carne de sol

SABOR, MUITO SABOR…

Foram os portugueses, no século XVII, trouxeram essa técnica de conservar alimentos usando o sal para o Brasil.
Foi então que os moradores do Nordeste começaram a usar  essa técnica para armazenar carne bovina e assim, criaram a Carne de Sol.

Ele continua sendo fabricado da mesma forma há¡ mais de 400 anos, de forma artesanal.


As mais antigas referências são do século XVII. 
Chegando à Bahia, em 1610, Pyrard de Laval elogiou:
“É impossível terem-se carnes mais gordas e tenras e de melhor sabor. Verdade é que são os mais belos e os maiores bois do mundo. Salgam as carnes, cortam-nas em pedaços bastante largos, mas pouco espessos, quando muito dois dedos de espessura, se tanto. Quando estão bem salgadas, tiram-nas sem lavar; quando bem secas, podem conservar-se por muito tempo, sem se estragar (…)”.

Não demorou muito para que o produto caísse nas graças do nordestino hoje é outro ícone da cultura tanto local quanto nacional.
Ela tem outros nomes como  Carne de Vento e Carne do Sertão.
Muitos pensam que carne de sol vai ao sol. Mas de fato ela não vai!
 A carne é salgada e o produto passa por um processo de secagem em local coberto e bem ventilado.

Muitos confundem Carne de sol com carne seca. 
A carne-seca é bem mais salgada se comparada com a carne de sol e 
há uma grande diferença no sabor.

Aqui no Restaurante,  nossa Carne de sol vem acompanhada de arroz, purê de banana da terra, feijão de leite (com um toque de leite de coco) e farofa de dendê.

Uma delicia!

BOBÓ – COZINHANDO HISTÓRIA

O MAIS PEDIDO

Prato de Origem AFRICANA, o Bobó de Camarão Ganhou notoriedade na Bahia.
Hoje em dia é um prato  tão baiano quanto Dorival Caymmi.

Poucos sabem mas, o bobó provavelmente tenha também uma influencia indígena.

O prato foi trazido para o Brasil e inserido na culinária  no século XVII.

Hoje é um dos pratos mais populares da Bahia. E  não é a toa!

Essa Maravilha gastronômica é fabulosa!

A receita, no entanto, é muito famosa em todo o país, especialmente nos estados do Nordeste, onde é tão tradicional quanto a cultura regional.

HUmmm
Deu água na boca!

Bora comer um Bobó?